
Falando na cerimónia de lançamento dos serviços do ANGOSAT-2, o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Olivira, sublinhou que a referida estratégia vai contribuir, consideravelmente, para diminuição da info-exclusão em Angola e no continente africano
A comercialização dos serviços do satélite Angosat-2, aberta, nesta sexta-feira (10), em Luanda, tem disponível duas linhas com preços que variam, ao equivalente em kwanzas, entre os 750 e 1.300 dólares, considerados pela entidade gestora abaixo das tarifas praticadas na África Austral.
Falando na cerimónia de lançamento dos serviços do ANGOSAT-2, o ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Mário Olivira, sublinhou que a referida estratégia vai contribuir, consideravelmente, para diminuição da info-exclusão em Angola e no continente africano.
O governante disse que, com o ANGOSAT-2 em operação, os operadores terão ao seu alcance um meio de comunicação via satélite, permitindo, deste modo, que deixem de pagar o aluguer de capacidade a satélites estrangeiros.
Isso, apontou, poderá contribuir, certamente, para o aumento da penetração dos serviços de telecomunicações no país, contribuindo para o aumento da literacia digital e modernização da economia no seu todo.
Mariano de Almeida destacou que a cobertura ANGOSAT-2 abrange todo continente africano, em especial na região da SADC, “onde temos 24 feixes da Banda Ku e cinco transponders da Banda C”.
De acordo com o ministro, o ANGOSAT-2 abre também oportunidade para que os operadores nacionais do sector das telecomunicações possam providenciar serviços em todo o continente e parte sul da Europa, tirando vantagens da zona de cobertura do satélite.
Frisou que representa ainda uma oportunidade para o empreendedorismo, no sector das telecomunicações e tecnologias de informação, abrindo novas oportunidades para a criação de emprego, principalmente para a camada jovem, nas áreas ligadas à tecnologia espacial, como exemplo, manutenção e instalação de sistemas VSAT, contribuindo igualmente para o desenvolvimento de uma indústria de software no país.
Fonte: Jornal de Angola
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André Manuel
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