
Albert Bourla, CEO da farmacêutica americana, que está a desenvolver com os alemães da BioNTech uma vacina para a Covid-19, anunciou esta segunda-feira os resultados dos testes mais recentes.
“Hoje é um grande dia para a ciência e a humanidade”, disse esta segunda-feira(9) em comunicado citado pela Reuters Albert Bourla, presidente e CEO da Pfizer, a farmacêutica americana que, em conjunto com a alemã BioNTech, tem passado os últimos meses a desenvolver e testar uma vacina experimental para a Covid-19.
De acordo com Bourla, os resultados mais recentes revelaram que a vacina, em teste em mais 150 localizações com a ajuda de 42 mil voluntários, tem 90% de eficácia. O consórcio, que é o primeiro a apresentar os resultados de testes feitos em larga escala para a obtenção da vacina, espera obter até ao final deste mês uma autorização especial, dada a urgência, por parte das autoridades americanas para começar a distribuir a vacina — numa primeira fase apenas a pessoas entre os 16 e os 85 anos.
“Atingimos este marco crítico no nosso programa de desenvolvimento de vacinas, numa altura em que o mundo mais precisa dele, com as taxas de infeção a estabelecerem novos recordes, hospitais a aproximarem-se do excesso de capacidade e economias a lutar para reabrir”, acrescentou ainda o grego à declaração enviada para os jornalista
Este valor — 90% —, explica a Reuters, é ainda provisório e faz parte de um estudo maior, que só deverá estar concluído no início de dezembro (e que só então será publicado em revistas da especialidade e revisto pelos pares). De acordo com a farmacêutica, a percentagem de eficácia esta segunda-feira revelada resulta da análise feita depois de 94 participantes nos ensaios clínicos terem adoecido com Covid-19 — a Pfizer não avançou um número, mas a agência de notícias fez as contas e explica que terão de ter sido menos de 8 as pessoas de entre estas 94 a receber a vacina, todos os demais terão recebido um placebo. A americana Food and Drug Administration (FDA), para aprovar uma vacina contra o novo coronavírus, tem como limite mínimo uma taxa de eficácia de 50%.
Fonte: Reuters
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José Luciano
José Luciano é um informático apaixonado pela intersecção entre tecnologia e sociedade, buscando constantemente desvendar os mistérios do mundo digital e traduzi-los em insights compreensíveis. Desde cedo, José demonstrou uma curiosidade insaciável por todos os aspectos da tecnologia, desde os fundamentos da programação até as tendências emergentes em inteligência artificial, cibersegurança e transformação digital. As colunas de José Luciano abordam uma ampla gama de tópicos, incluindo análises de tendências tecnológicas, dicas práticas para otimizar a experiência digital entre outras matérias relacionadas à tecnologia.
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